sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

EB de Valrico entra na Rede de Bibliotecas Escolares

 


Concurso de escrita

 

Concurso vai premiar histórias de alunos do terceiro ciclo do Norte e Centro

Concurso Escrever é Viver, do Instituto Multimédia, desafia estudantes do terceiro ciclo das regiões do Norte e Centro. Candidaturas até 14 de Março.

FotoEstão abertas as candidaturas para o concurso Escrever é Viver, do Instituto Multimédia (IM), escola profissional do Porto, destinado a alunos do terceiro ciclo das regiões do Norte e Centro. Podem concorrer alunos com idades compreendidas entre os 12 e os 15 anos, individualmente ou em grupos de dois elementos.

Focado em motivar os estudantes a escreverem e produzirem textos, tanto poéticos como em prosa, o IM escolheu “o eu e o outro” como tema dos textos para a edição de 2022. De acordo com o regulamento apresentado pela escola profissional, a temática está relacionada com a pandemia e a necessidade crescente de se “reflectir sobre a importância dos outros na nossa vida”. Além disso, o tema tem em conta as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e como estas “estão a fechar e a abrir perspectivas relacionais”.

Louvor

 


Parabéns, Matilde!

A equipa da Biblioteca do Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa congratula-se com a assídua e excelente participação da aluna Matilde Silva, do 8º B, nos diversos desafios lançados pela Rede de Bibliotecas/Biblioteca da escola.


E aqui fica mais um excelente trabalho!


Os computadores não substituem os livros. Concordas?


    Atualmente, a tecnologia está a avançar a um ritmo frenético e os novos dispositivos começam a substituir os antigos métodos de comunicar, interagir ou trabalhar. Os computadores e os smartphones estão a popularizar-se e os jovens da nossa sociedade passam o tempo entre os diferentes ecrãs, deixando os livros como um mal necessário para a escola. 

No entanto, acredito que os computadores nunca poderão substituir os livros. Desde os primórdios da civilização humana que o Homem sente necessidade de pôr por escrito os seus feitos, crenças e aprendizagens. A escrita é uma qualidade que, desde cedo, foi ganhando uma crescente importância e atualmente é indispensável e universal. Assim, a escrita está intimamente ligada a outra competência essencial, a leitura. Creio que, mais do que a escrita, a leitura é essencial ao desenvolvimento da sociedade humana. A leitura é um dos melhores passatempos, pois além de ser extremamente divertido e relaxante, também desenvolve inúmeras capacidades. Ao ler, uma criança ou jovem enriquece o seu vocabulário e aumenta a sua fluência, enquanto relaxa mais do que a jogar videojogos, ou a passear. Esta aparente contradição para muitos adolescentes foi provada num estudo da universidade de Sussex. Além disso, o hábito da leitura fomenta a escrita de textos de qualidade superior e permite alcançar melhores resultados na escola. Ler também desenvolve a criatividade, imaginação, perspicácia e sagacidade do leitor. Ler permite-nos viajar para outros mundos, onde tudo é possível, permitindo-nos ter um refúgio só nosso e sermos nós mesmos. Os livros levam-nos a locais longínquos, reais ou imaginários, com as suas descrições pormenorizadas e peripécias infindáveis. Se queremos aprender sobre algum assunto, os livros também são a melhor opção, já que contém sempre informação fidedigna. Estes nossos amigos ensinam-nos muito e fazem-nos sentir felizes. Há livros para todos os gostos e necessidades: romances, livros de ficção, comédias, livros informativos, biografias, entre muitos outros. Graças à sua versatilidade e à sua capacidade de nos divertir, relaxar e ensinar, os livros podem satisfazer todas as nossas necessidades e desejos e são tudo o que precisamos para nos sentirmos felizes.

    Mais acresce que os computadores podem originar vários problemas de saúde, como por exemplo problemas relacionados com a visão ou a postura. Já os livros, por sua vez, além de não terem nenhuma consequência negativa, trazem imensas vantagens e melhorias, podendo até prevenir doenças como Alzheimer.

    Os livros evoluíram desde a sua criação e considero que são a maior e melhor invenção da humanidade. Defendo que os computadores jamais poderão substituí-los e que estes últimos são essenciais à vida, prosperidade e realização humana. Sem livros, como passaríamos o tempo? Como aprenderíamos? Como desenvolveríamos a criatividade, a imaginação, a perspicácia, a fluência e a linguagem? Como preservaríamos o nosso saber e o saber dos nossos antepassados para as gerações futuras? A capacidade de leitura definiu, irremediavelmente, como evolui a sociedade humana e quem somos hoje.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

1 de fevereiro: Dia Mundial da Leitura em Voz Alta


Ler em voz alta favorece o gosto pela palavra, a escuta, a concentração e a atenção; treina a forma correta de pronunciar cada palavra, isto é, a dicção; facilita a tarefa de falar em público, melhorando assim a capacidade de comunicação e amplia o gosto pela leitura.

A Ajudaris desafiou os jovens a participar no Projeto: ”Histórias da Ajudaris em Voz Alta” enviando um vídeo até 2 minutos a ler uma “História da Ajudaris”.

Vários alunos da nossa escola responderam ao desafio e, no dia 1 de fevereiro,  ”Dia Mundial da Leitura em Voz Alta”,  a Ajudaris vai colocar as leituras recebidas para este Projeto,  no facebook da Ajudaris, para assim assinalar esta data.

Contamos contigo para assistires aos vídeos dos participantes da nossa escola e votares no teu preferido.

Procedimento:

1 - Fazer gosto na página da Ajudaris no facebook.

2- Fazer gosto no vídeo ou vídeos preferidos.

3- Partilhar pelos amigos e familiares para ajudar a leitura a ganhar.

4- No dia 15 serão anunciados os vencedores pelas 18h30.

As votações serão de dia 1 a 15 de fevereiro até às 18h00.

Os votos são serão válidos se colocar gosto na Página de Facebook da Ajudaris.

https://www.facebook.com/associacaoajudaris/


sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Festa das Fogaceiras 2022

 


Trabalho elaborado pelos alunos do Centro de Apoio à Aprendizagem.

    A mais antiga e simbólica festividade religiosa de Santa Maria da Feira, celebrada também além-fronteiras – Brasil, Venezuela e África do Sul – pelas comunidades feirenses, acontece no dia 20 de janeiro, com três grandes momentos ao longo do dia, sendo as meninas fogaceiras de todo o concelho, totalmente vestidas de branco com cintas coloridas e de fogaça à cabeça, um dos ícones desta tradição.

    A celebração religiosa centra-se no dia 20 de janeiro, mas, como é já tradição, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira preparou um programa cultural da Festa das Fogaceiras que se iniciou a 10 de janeiro, prolongando-se até ao dia 31, com diferentes iniciativas, da música ao teatro, passando por exposições, concursos e oficinas artísticas.

    A Festa das Fogaceiras é uma festa característica do concelho de Santa Maria da Feira. Teve origem num voto ao mártir S. Sebastião, em 1505, altura em que a região foi assolada por um surto de peste que matou parte da população. Em troca de proteção, o povo prometeu ao santo a oferta de um pão doce chamado fogaça a todos aqueles que fossem mais pobres na freguesia. 

    “S. Sebastião que, segundo a lenda, padeceu de todos os sofrimentos aquando do seu martírio em nome da fé cristã, tornou-se, assim, o Santo Padroeiro de todo o Condado da Feira. No cumprimento do voto, os ofertantes incorporavam-se numa procissão que saía do Paço dos Condes e seguia pela Igreja do Convento do Espírito Santo (Lóios), onde eram benzidas as fogaças, divididas em fatias, posteriormente repartidas pelo povo.”

    Durante quatro anos a tradição foi quebrada e a peste regressou. Este acontecimento veio aumentar a devoção a uma das mais antigas tradições de Portugal.

    O cortejo sai de manhã dos Paços do Concelho para a Igreja Matriz com dezenas de crianças vestidas de branco com uma fogaça à cabeça. O cortejo é fechado por três raparigas que levam à cabeça miniaturas do castelo. Na Igreja realiza-se uma missa, com bênção das fogaças e, à tarde, começa a procissão que percorre o centro da cidade com os andores de S. Sebastião e de Nossa Senhora.

Fontes:        https://cm-feira.pt/fogaceiras

                   https://lendasetradicoes.blogs.sapo.pt/4610.html


quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Miúdos a votos: Campanha até 21 de março

Entre 07 de fevereiro e 21 de março decorre a CAMPANHA ELEITORAL.

Os partidários de cada livro defendem as suas ideias publicamente.



Estão inscritas até agora mais de 800 escolas. Na primeira fase desta iniciativa, que terminou a 30 de novembro, 28 962 alunos propuseram o seu livro como candidato às eleições. No total, foram propostos mais de 5 mil títulos diferentes, de mais de 2 mil autores, números que impressionam pela diversidade.  

  

Recebidas as 28 962 propostas dos alunos, a equipa da Pordata começou a trabalhar os dados, de forma a apurar os títulos mais vezes propostos. Tal como um cidadão tem de reunir um número mínimo de 7 500 assinaturas para ser candidato à Presidência da República, ou um partido tem de agrupar o mesmo número de apoiantes, também os livros que vão constar dos boletins de voto tinham de reunir um número mínimo de candidaturas.  

  

As listas dos livros candidatos por ciclo de ensino estão apuradas. Podem ser descarregadas em pdf.   

  

Os livros que vão a votos são já, de certa forma, livros vencedores, já que foram os mais vezes propostos. Sabemos que há muitos alunos e escolas que ficam desapontados ao verificar que o título que propuseram não vai afinal às eleições. Esta pode ser uma oportunidade para se descobrirem livros que não se conheciam. Será talvez também uma boa ocasião para explicar aos alunos que este é um processo semelhante às eleições presidenciais: se nenhum dos candidatos consegue a maioria dos votos (50% mais um voto), é realizada uma segunda volta, apenas com os dois candidatos mais votados. Ou que às vezes os partidos têm de fazer alianças e coligações, encontrando pontos em comum.   


Ser Escritor é Cool!


O júri do concurso de escrita “Ser Escritor é Cool” está a trabalhar arduamente para encontrar o vencedor do 1.º desafio, em cada uma das categorias. Os resultados serão divulgados até ao final do mês de janeiro, nos canais oficiais da RBE.


Entretanto, o 2.º desafio do concurso “Ser Escritor é Cool já está a decorrer:
1.º e 2.º Ciclos - Os computadores não substituem os livros. Concordas?
3.º Ciclo e Ensino Secundário - Lemos, escrevemos e aprendemos cada vez mais no digital. És a favor ou contra?

Por forma a facilitar o trabalho do júri, solicitamos que os trabalhos  em formato de vídeo e podcast sejam acompanhados de um guião com o texto e/ou a planificação da fase de conceção (sobretudo no caso dos vídeos, que deverão incluir também uma ficha técnica).  

Em relação aos trabalhos em texto, relembramos que estes devem cumprir os seguintes requisitos:
 1.º e 2.º Ciclos - máximo de 1 página A4 | máximo de 1800 carateres (com espaços incluídos)
 3.º Ciclo e Ensino Secundário - máximo de 2 páginas A4 | máximo de 3600 carateres (com espaços incluídos)~.

Poderão também consultar o portal da RBE em: 
https://www.rbe.mec.pt/np4/SerEscritoreCool.html

O formulário para envio dos trabalhos estará disponível até ao dia 25 de fevereiro de 2022, em:
https://forms.gle/jVUkkWJBVA8ui43GA

Relembramos que cada Agrupamento de Escolas / Escola não Agrupada deverá enviar apenas o melhor trabalho por cada escalão.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Boas Festas com a Biblioteca!


 

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2021

 

    O vencedor do Prémio Nobel da Literatura 2021 é da Tanzânia e tem 73 anos. Abdulrazak  Gurnah foi para o Reino Unido como refugiado no final dos anos 1960. Na Inglaterra, tornou-se professor de Inglês e Literaturas Pós-Coloniais na Universidade de Kent, onde se aposentou há pouco tempo.  As suas obras contam histórias de colonialismo e fazem o retrato de uma África antiga. Escreveu dez romances publicados entre 1987 e 2020.

   Para a Academia Sueca, os seus livros são um «retrato vivo de uma outra África, um continente marcado pela escravatura e por várias formas de repressão de muitos países que adotaram posturas colonialistas: Portugal, Índia, Alemanha e Inglaterra».

   Ao anunciar o prémio, a Academia Sueca elogiou Gurnah por retratar os "efeitos do colonialismo" de forma "intransigente e compassiva”.

   "Os seus romances fogem de descrições estereotipadas e abrem o nosso olhar para uma África Oriental culturalmente diversificada, desconhecida para muitos noutras partes do mundo."

 

    Os seus livros mais famosos são Paradise (Paraíso, sem edição em português) e Desertion (Deserção, também sem edição em português). Publicado em 1994, Paradise conta a história de um menino que cresceu na Tanzânia no início do século 20. O livro ganhou o Booker Prize, marcando a revelação de Gurnah como escritor.

   Em Portugal, Abdulrazak Gurnah tem apenas um livro editado, de 2003: Junto ao Mar (By the Sea), pela Difel, conta a história de Saleh Omar, um refugiado de Zanzibar que pede asilo ao Reino Unido e que acaba por desenvolver uma relação de amizade com o filho do seu maior inimigo.  

   Os prémios Nobel, concedidos desde 1901, reconhecem realizações em literatura, ciência, paz e economia.

   No ano passado, a vencedora do Nobel da Literatura foi a poetisa americana Louise Gluck.

 

Fontes: https://www.bbc.com/portuguese/geral-58832508

             https://trendy.pt


quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Ser Escritor é cool!: O melhor trabalho do 3º ciclo


 O melhor trabalho do 3º ciclo é da Matilde Silva, nº20 do 8ºB


Bruxas e fadas: realidade ou mito? 

As fadas e as bruxas existem mesmo? Esta pergunta marca a infância de muitas crianças e, no entanto, não há uma resposta certa. Afinal de contas, quem somos nós para dizer a uma criança que os seus sonhos, brincadeiras e crenças se baseiam num simples mito? Por outro lado, também não podemos afirmar que existem quando, na verdade, não o podemos provar. Se gostos não se discutem, crenças muito menos. Não podemos dizer que os outros estão errados e nós certos apenas com base numa opinião ou na falta de provas. Além disso, não é possível afirmar com certeza que existem ou não, porque podemos acreditar em algo sem ter provas. Na verdade, qual a definição de fadas e de bruxas? As fadas como são retratadas nos contos tradicionais, enquanto seres minúsculos com asas, talvez não existam. Contudo, porque não haveriam de existir fadas (sem asas), enquanto seres benevolentes e bondosos que têm como missão ajudar os outros? As fadas podem ser apenas isso, pessoas boas, que cuidam dos animais e das plantas. Poderemos nós duvidar da existência destes seres? Quem disse que as fadas têm de ser criaturas mágicas com asas? Quanto às bruxas, porque têm elas de ser pessoas maléficas, que vivem em sítios escuros e degradados, recorrendo a ervas e animais para fazer magia e produzirem poções mágicas que irão transformar os outros? Não poderão ser simplesmente pessoas maldosas e egoístas que criam estratagemas para prejudicar os outros? Certamente, cada um de nós já se cruzou ao longo da sua vida com pessoas que podem ser apelidadas de fadas ou bruxas. Com efeito, há assuntos sobre os quais não há uma opinião correta. Há sempre espaço para dúvidas, considerações e possibilidades. E, pensando bem, isso é algo muito positivo. Na realidade, todos nós necessitamos de um pouco de magia nas nossas vidas, magia essa que nos permite ser felizes e ter esperança. A magia faz com que crianças e adultos sejam mais felizes e ganhem inúmeros benefícios. As brincadeiras do faz de conta e a crença na magia possibilitam o desenvolvimento de competências como a criatividade, a imaginação, a empatia e a inteligência emocional. As fadas e as bruxas, assim como as outras criaturas mágicas, satisfazem a nossa necessidade de magia, dão origem a tradições e contos, permitem-nos sonhar, validar os temas sobre os quais não sabemos dar uma justificação e, acima de tudo, fazem-nos felizes. Por todas estas razões, as fadas, as bruxas e a magia são deveras importantes para que a sociedade humana possa prosperar e para que cada um dos indivíduos se possa sentir realizado. Efetivamente, aquilo que aparentemente é uma brincadeira de crianças é, na verdade, um elemento crucial à evolução e desenvolvimento dos povos.


sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Desafio MIBE: trabalho do 3º ciclo selecionados para o concurso RBE

 Trabalho do 3º ciclo selecionado para o concurso RBE:

Matilde Silva, 8ºB, nº20






Desafio MIBE: trabalho do 2º ciclo selecionados para o concurso RBE

 

 Trabalho selecionado no 2º ciclo:


"Corvo e a Raposa"
Maria Pinho, 6ºH, nº14


sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Mês da Biblioteca Escolar: trabalhos de alunos do 6ºano










 

SER ESCRITOR É COOL!

 

NOVIDADE: Ser escritor é cool!




  • Podem concorrer individualmente ou em grupo (Máximo 4 elementos);
  • Os trabalhos podem ser realizados em 3 formatos :
  • - vídeo (até 2 minutos);
  • - podcast (até 2 minutos);
  • - Texto (máximo 1 página A4).

  • Desafio 1: As fadas e as bruxas fazem parte da nossa imaginação ou são reais?

  • Enviar os trabalhos correspondentes ao 1º desafio até 20 de novembro para:

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

ATUALIZAÇÃO

 

ATUALIZAÇÃO

O Desafio MIBE propõe-te a recriação de um conto, individualmente ou em grupo (máximo de 3 elementos), de acordo com as seguintes categorias: dramatização; espetáculo teatral; filme; desenho ou pintura; trabalho tridimensional ou performance de leitura em voz alta.

Data para entrega dos trabalhos: até 10 de novembro para:

becre.fernandopessoa.feira@gmail.com