quarta-feira, 11 de março de 2026

Alunos vencedores da fase de Escola do III ConCil

 

ALUNOS VENCEDORES DA FASE DE ESCOLA

DO CONCURSO INTERCONCELHIO DE LEITURA

 

1º CICLO:

Beatriz Oliveira Rocha, Escola Básica de Mosteirô, 4º ano

Martim Oliveira Costa, Escola Básica de Mosteirô, 4º ano

 

 2º CICLO:

Leonor Sofia Nunes Pinto Ferreira, 6ºB, nº16

Ana Raquel França Resende Oliveira, 6ºD, nº2

 

3º CICLO:

Martim Barge Pinho, 8ºE, nº17

Simão Pinho Petiz, 7ºH, nº25



A Figura Mistério: Passatempo

 Quem será?

Tintin e a Física: problema 2

Problema 2: Julgando mergulhar num lago, os Dupond foram vítimas de uma miragem!

 

1. Identifica o livro do Tintin de onde foram retiradas estas vinhetas.

2. Explica este fenómeno!

Podes usar esquemas, desenhos, gráficos,... e texto na tua resposta



 

Passatempo Tintin e a Física 2

 

Obtém mais informações na Biblioteca e PARTICIPA!

As Plantas na Obra Poética de Luis de Camões

 

Exposição a decorrer na Biblioteca


III ConCil: Concurso Interconcelhio de leitura.

 FASE DE ESCOLA

11 de Fevereiro






segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

O Autoretrato

 







Dia Internacional dos Direitos Humanos


Quando celebro estou a aprender. 
A propósito desta rubrica da nossa biblioteca e
porque a celebrar também se aprende, os nossos alunos dedicaram tempo à leitura
dos Direitos Humanos e à reflexão sobre a sua importância na vida quotidiana.
Assim, com o objetivo de promover a consciência cívica sobre direitos e
responsabilidades, selecionaram um dos direitos humanos que mais os tocou e
representaram-no através de cartazes, maquetes, textos… Pretende-se que todos
sejam capazes de compreender que todas as crianças têm direito a ter um nome,
uma família, ir à escola, brincar, receber cuidados de saúde e ser protegidas da
violência; que estes direitos existem para todas as pessoas, independentemente da
cor da pele, do país, da religião ou da língua que falam, têm o mesmo valor e devem
ser tratados com respeito...

 

III ConCil

 Participa!


Tintin e a Física: problema 1

Problema 1: Após uma tempestade, o Tintin e o Capitão Haddock deparam-se com um arco-íris. Até aqui, nada de estranho! No entanto, este arco-íris não é nada vulgar!

 

1. Identifica o livro do Tintin de onde foram retiradas estas vinhetas.

2. Explica como se forma o arco-íris.

3. Identifica “erros” que o desenho possa ter.

4. Será que o “erro” identificado pode acontecer?

Podes usar esquemas, desenhos, gráficos,... e texto na tua resposta


Entrega a tua resposta na Biblioteca, até ao dia 23 de janeiro


Professora responsável pelo passatempo: Professora Sandra Sofia Carvalho


 

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Estafeta do Conto

No dia 25 de novembro, a Professora Olívia e a Educadora Romi (da Escola Básica de Romariz) deslocaram-se à nossa Escola para nos contarem um conto e nos deixarem o testemunho da estafeta que iremos levar à Escola Básica de Canedo.


A Educadora Romi:

A Professora Olívia

As contadoras em ação

Os livros que inspiraram as autoras




 

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

A IA, As Bibliotecas e o Futuro das Histórias: 5ªE

 👫 Os Dois Amigos


«Os dois amigos» João Pedro Messéder

Versão adaptada e diferente da história


Era uma vez dois amigos inseparáveis: o Tomás e o Rui. Cresceram juntos numa

vila tranquila do interior, onde os dias eram lentos e as amizades duravam uma vida

inteira. Desde pequenos, partilhavam tudo: brinquedos, segredos, sonhos e até silêncios.

Com o tempo, a vida levou-os por caminhos diferentes. O Tomás tornou-se

enfermeiro e foi trabalhar para Lisboa. O Rui ficou na vila, a tomar conta da quinta da

família. Apesar da distância, mantinham o contacto através de mensagens, chamadas, e

uma promessa: “Se algum dia precisares de mim, basta dizer.”

Um dia, o Rui recebeu uma notícia devastadora: o seu pai adoecera gravemente.

Sentia-se perdido, sem saber como lidar com a dor. Lembrou-se da promessa e enviou

uma simples mensagem ao Tomás: “Preciso de ti.”

Na manhã seguinte, o Tomás estava à porta da quinta, de mochila às costas e

sorriso no rosto. Não perguntou nada. Apenas abraçou o amigo.

Durante semanas, ajudou o Rui com os cuidados ao pai, com os afazeres da quinta,

e com o peso no coração. Não houve discursos nem grandes gestos. Apenas presença,

silêncio e partilha.

Quando o pai do Rui faleceu, os dois amigos sentaram-se sob a velha oliveira do

quintal. O Rui olhou para o Tomás e disse: “Não sei como te agradecer.”

O Tomás respondeu: “A amizade não se agradece. Vive-se.”


https://copilot.microsoft.com/chats/DNZAkQqKJGKWTmztWX7EU


🎵 Versão em Poema Rimado


Dois Amigos e Um Abraço


Tomás e Rui, amigos do peito,

Um era enfermeiro, o outro lavrador perfeito.

Viviam distantes, mas sempre ligados,

Com promessas firmes e corações entrelaçados.


Um dia o Rui, com o pai adoentado,

Mandou uma mensagem, aflito e cansado.

“Preciso de ti, não sei o que fazer...”

E o Tomás respondeu: “Já estou a correr!”


Chegou com um sorriso, sem fazer alarme,

Com sopa, abraços e um coração que arde.

Cuidaram do pai, da quinta e do cão,

E juntos venceram a preocupação.


No fim, o Rui disse: “Não sei como agradecer...”

E o Tomás sorriu: “Só tens de me ter.

A amizade é isto, sem complicação:

Estar presente, de alma e coração.”


https://copilot.microsoft.com/chats/DNZAkQqKJGKWTmztWX7EU

A IA, As Bibliotecas, e o Futuro das Histórias: 6ºF

 "O Rapaz ao Fundo da Sala" de Onjali Q.Raúf

Um Novo Começo em Londres


O avião pousou em Londres numa manhã fria e cinzenta. Amir, um menino

de 11 anos, olhava pela janela tentando imaginar como seria sua nova vida.

Ele tinha deixado a sua cidade e muitos amigos para trás, fugindo da

guerra. Ao lado da mãe, carregava apenas uma pequena mala, cheia de

lembranças e esperança.

Nos primeiros dias, tudo parecia enorme e confuso: as ruas, o autocarro de

dois andares, as pessoas apressadas falando um inglês rápido demais. Amir

sentia falta do cheiro do pão que o seu avô fazia e do som das gargalhadas

dos primos.

Quando chegou o primeiro dia de aulas, ele ficou nervoso. A escola era

barulhenta, cheia de cartazes coloridos e crianças a correr pelos corredores.

“E se ninguém gostar de mim?”, pensou.

A professora, Ms. Taylor, apresentou-o à turma:

—Turma, este é o Amir. Ele veio de muito longe e vai estudar com vocês a

partir de hoje.

Um silêncio curioso tomou conta da sala — até que uma menina de tranças

levantou a mão e disse:

— Oi, Amir! Queres sentar –te aqui comigo?

O nome dela era Emma, e ao lado dela estava James, que adorava futebol.

Aos poucos, Amir começou a sentir-se mais à vontade. Eles ajudaram-no

com o inglês, mostraram o caminho até a biblioteca e até o convidaram

para jogar bola no recreio.

Nos primeiros chutes, Amir errou quase todos, mas ninguém riu.

— Vais melhorar — disse James, sorrindo.

Em poucos dias, Amir percebeu que aqueles colegas não o viam como um

“refugiado”, mas como um amigo. Eles queriam conhecer as suas histórias,

aprender palavras do seu idioma e provar os doces que a sua mãe fazia.

Um dia, durante a aula de artes, Amir desenhou a sua antiga casa e, ao lado,

o céu cinzento de Londres com um arco-íris unindo os dois lugares. A

professora olhou e disse:

— Que lindo, Amir. Acho que encontraste um novo lar.

E ele sorriu, porque pela primeira vez desde que tinha chegado também

sentia isso.


Pesquisa feita por Pedro Oliveira 6ºF 

https://chatgpt.com/

A IA, As Bibliotecas e o Futuro das Histórias: 6ºE

 Versão da IA sobre o conto – O príncipe Nabo- de llse Losa

A Princesa Cebola


Era uma vez, num reino distante, uma princesa

chamada Cebola. Tinha esse nome porque, desde

pequena, fazia todos chorar — não de emoção, mas de

tanto que resmungava e se queixava de tudo.

A princesa Cebola era muito bonita: tinha olhos verdes

como esmeraldas e cabelos dourados como o trigo

maduro. Mas a sua beleza escondia um defeito terrível

— era vaidosa, mimada e convencida. Achava que todos deviam servir-la,

obedecer-lhe e elogiá-la sem parar.

O rei, seu pai, e a rainha, sua mãe, já não sabiam o que fazer. Tinham

contratado amas, conselheiros, professores de boas maneiras... mas nada

resultava. A princesa Cebola continuava insuportável.

Um dia, o rei, cansado das birras, anunciou:

— Minha filha, está decidido! Vais casar!

A princesa franziu o nariz.

— Casar? Com quem?

— Com o príncipe mais inteligente, bondoso e honesto que encontremos!

A princesa soltou uma gargalhada.

— Bondoso? Inteligente? Credo! Eu quero alguém bonito, forte e que me

obedeça!

O rei suspirou fundo. Mas a decisão estava tomada. Enviaram mensageiros por

todo o reino e logo começaram a chegar príncipes de todas as terras, ansiosos

por conhecer a famosa princesa.

Para escolher o marido, a princesa Cebola decidiu que todos teriam de passar

por três provas:

1. Escrever-lhe um poema.

2. Fazer-lhe uma refeição.

3. Elogiá-la da forma mais criativa possível.

Vieram príncipes de montanha e de mar, de deserto e de floresta. Todos

falharam.

Um dizia:

— “Os teus olhos são duas estrelas!”

E ela respondia:

— “Estrelas? Eu mereço só duas?”

Outro ofereceu-lhe um banquete de chocolates e frutas exóticas.

— “Que horror! Fico gorda!”

O rei já estava a perder a paciência, quando apareceu um jovem misterioso,

vestido de roupas simples. Tinha os sapatos sujos de lama e trazia um saco às

costas.

— Quem és tu? — perguntou a princesa, com nojo.

— Sou o jardineiro Nabo, alteza. Vim tentar a sorte.

A corte inteira desatou a rir.

— Um jardineiro? Casar com a princesa?

Mas o rei, curioso, deixou-o tentar.

Na primeira prova, o jardineiro Nabo escreveu um poema simples, mas bonito:

“Nem flor nem joia brilha tanto,

quanto um coração sincero.

Quem só vê o espelho, perde o encanto,

e torna-se prisioneiro.”

A princesa revirou os olhos.

— Que tédio! Isso nem rima bem!

Na segunda prova, ele cozinhou uma sopa — apenas de legumes do jardim.

A princesa provou, fez uma careta e gritou:

— Horrível! Cheira a terra!

Mas na terceira prova, Nabo aproximou-se e disse apenas:

— Princesa, és a mais bela de todas... por fora. Espero que um dia descubras

o que há por dentro.

A corte ficou em silêncio. A princesa ficou vermelha de raiva.

— Insolente! — gritou ela. — Pois se és tão esperto, casarás comigo! Como

castigo!

O rei, surpreso, concordou — e o casamento foi marcado.

Na manhã seguinte, o jardineiro apareceu... transformado!

De roupas simples passou a usar um manto real, e na cabeça brilhava uma

coroa.

— Que é isto? — perguntou a princesa, assustada.

O rei sorriu.

— Pois bem, minha filha, o “jardineiro Nabo” é, na verdade, o Príncipe das

Hortas, um jovem encantado que só voltaria à sua forma verdadeira quando

encontrasse alguém capaz de o ver com o coração — e não com os olhos.

A princesa ficou envergonhada. Corou, baixou a cabeça e pela primeira vez na

vida... pediu desculpa.

Com o tempo, aprendeu a rir de si mesma, a ouvir os outros e até a trabalhar

no jardim com o marido. E dizem que, de tanto conviver com legumes, acabou

por deixar de fazer chorar os outros — e passou a fazê-los rir.


André Gomes Mendes,