ALUNO SELECIONADO PARA A FINAL DO
CONCURSO INTERCONCELHIO DE LEITURA
O aluno Martim Barge Pinho, 8ºE, nº17
foi selecionado para a fase final deste concurso.
Ao aluno, os nossos parabéns pelo excelente desempenho manifestado nas provas eliminatórias.
Biblioteca Escolar | Escola Básica Fernando Pessoa | Santa Maria da Feira
ALUNO SELECIONADO PARA A FINAL DO
CONCURSO INTERCONCELHIO DE LEITURA
O aluno Martim Barge Pinho, 8ºE, nº17
foi selecionado para a fase final deste concurso.
Ao aluno, os nossos parabéns pelo excelente desempenho manifestado nas provas eliminatórias.
ALUNOS
VENCEDORES DA FASE DE ESCOLA
DO
CONCURSO INTERCONCELHIO DE LEITURA
1º CICLO:
Beatriz
Oliveira Rocha, Escola Básica de Mosteirô, 4º ano
Martim
Oliveira Costa, Escola Básica de Mosteirô, 4º ano
2º CICLO:
Leonor
Sofia Nunes Pinto Ferreira, 6ºB, nº16
Ana
Raquel França Resende Oliveira, 6ºD, nº2
3º CICLO:
Martim
Barge Pinho, 8ºE, nº17
Simão
Pinho Petiz, 7ºH, nº25
Problema 2:
Julgando mergulhar num lago, os Dupond foram vítimas de uma miragem!
1. Identifica
o livro do Tintin de onde foram retiradas estas vinhetas.
2. Explica
este fenómeno!
Podes
usar esquemas, desenhos, gráficos,... e texto na tua resposta
Problema 1: Após uma tempestade, o Tintin e o Capitão Haddock deparam-se com um arco-íris. Até aqui, nada de estranho! No entanto, este arco-íris não é nada vulgar!
1. Identifica
o livro do Tintin de onde foram retiradas estas vinhetas.
2. Explica
como se forma o arco-íris.
3. Identifica
“erros” que o desenho possa ter.
4. Será
que o “erro” identificado pode acontecer?
Podes
usar esquemas, desenhos, gráficos,... e texto na tua resposta
Entrega a tua resposta na Biblioteca, até ao dia 23 de janeiro
Professora responsável pelo passatempo: Professora Sandra Sofia Carvalho


👫 Os Dois Amigos
«Os dois amigos» João Pedro Messéder
Versão adaptada e diferente da história
Era uma vez dois amigos inseparáveis: o Tomás e o Rui. Cresceram juntos numa
vila tranquila do interior, onde os dias eram lentos e as amizades duravam uma vida
inteira. Desde pequenos, partilhavam tudo: brinquedos, segredos, sonhos e até silêncios.
Com o tempo, a vida levou-os por caminhos diferentes. O Tomás tornou-se
enfermeiro e foi trabalhar para Lisboa. O Rui ficou na vila, a tomar conta da quinta da
família. Apesar da distância, mantinham o contacto através de mensagens, chamadas, e
uma promessa: “Se algum dia precisares de mim, basta dizer.”
Um dia, o Rui recebeu uma notícia devastadora: o seu pai adoecera gravemente.
Sentia-se perdido, sem saber como lidar com a dor. Lembrou-se da promessa e enviou
uma simples mensagem ao Tomás: “Preciso de ti.”
Na manhã seguinte, o Tomás estava à porta da quinta, de mochila às costas e
sorriso no rosto. Não perguntou nada. Apenas abraçou o amigo.
Durante semanas, ajudou o Rui com os cuidados ao pai, com os afazeres da quinta,
e com o peso no coração. Não houve discursos nem grandes gestos. Apenas presença,
silêncio e partilha.
Quando o pai do Rui faleceu, os dois amigos sentaram-se sob a velha oliveira do
quintal. O Rui olhou para o Tomás e disse: “Não sei como te agradecer.”
O Tomás respondeu: “A amizade não se agradece. Vive-se.”
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🎵 Versão em Poema Rimado
Dois Amigos e Um Abraço
Tomás e Rui, amigos do peito,
Um era enfermeiro, o outro lavrador perfeito.
Viviam distantes, mas sempre ligados,
Com promessas firmes e corações entrelaçados.
Um dia o Rui, com o pai adoentado,
Mandou uma mensagem, aflito e cansado.
“Preciso de ti, não sei o que fazer...”
E o Tomás respondeu: “Já estou a correr!”
Chegou com um sorriso, sem fazer alarme,
Com sopa, abraços e um coração que arde.
Cuidaram do pai, da quinta e do cão,
E juntos venceram a preocupação.
No fim, o Rui disse: “Não sei como agradecer...”
E o Tomás sorriu: “Só tens de me ter.
A amizade é isto, sem complicação:
Estar presente, de alma e coração.”
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"O Rapaz ao Fundo da Sala" de Onjali Q.Raúf
Um Novo Começo em Londres
O avião pousou em Londres numa manhã fria e cinzenta. Amir, um menino
de 11 anos, olhava pela janela tentando imaginar como seria sua nova vida.
Ele tinha deixado a sua cidade e muitos amigos para trás, fugindo da
guerra. Ao lado da mãe, carregava apenas uma pequena mala, cheia de
lembranças e esperança.
Nos primeiros dias, tudo parecia enorme e confuso: as ruas, o autocarro de
dois andares, as pessoas apressadas falando um inglês rápido demais. Amir
sentia falta do cheiro do pão que o seu avô fazia e do som das gargalhadas
dos primos.
Quando chegou o primeiro dia de aulas, ele ficou nervoso. A escola era
barulhenta, cheia de cartazes coloridos e crianças a correr pelos corredores.
“E se ninguém gostar de mim?”, pensou.
A professora, Ms. Taylor, apresentou-o à turma:
—Turma, este é o Amir. Ele veio de muito longe e vai estudar com vocês a
partir de hoje.
Um silêncio curioso tomou conta da sala — até que uma menina de tranças
levantou a mão e disse:
— Oi, Amir! Queres sentar –te aqui comigo?
O nome dela era Emma, e ao lado dela estava James, que adorava futebol.
Aos poucos, Amir começou a sentir-se mais à vontade. Eles ajudaram-no
com o inglês, mostraram o caminho até a biblioteca e até o convidaram
para jogar bola no recreio.
Nos primeiros chutes, Amir errou quase todos, mas ninguém riu.
— Vais melhorar — disse James, sorrindo.
Em poucos dias, Amir percebeu que aqueles colegas não o viam como um
“refugiado”, mas como um amigo. Eles queriam conhecer as suas histórias,
aprender palavras do seu idioma e provar os doces que a sua mãe fazia.
Um dia, durante a aula de artes, Amir desenhou a sua antiga casa e, ao lado,
o céu cinzento de Londres com um arco-íris unindo os dois lugares. A
professora olhou e disse:
— Que lindo, Amir. Acho que encontraste um novo lar.
E ele sorriu, porque pela primeira vez desde que tinha chegado também
sentia isso.
Pesquisa feita por Pedro Oliveira 6ºF
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