quarta-feira, 19 de novembro de 2025

A IA, As Bibliotecas e o Futuro das histórias: 6ºD

 “Ali Babá e os Quarenta Ladrões”

Versão adaptada e diferente da história


Há muito tempo, numa pequena aldeia cercada por montanhas e palmeiras, vivia um

lenhador pobre chamado Ali Babá. Ele trabalhava todos os dias cortando lenha para vender no

mercado. Apesar de não ter muito dinheiro, era bondoso e ajudava sempre quem precisava.

Certo dia, enquanto cortava lenha na floresta, Ali Babá ouviu cascos de cavalos a

aproximarem-se. Assustado, escondeu-se atrás de uma grande rocha. Logo apareceram

quarenta cavaleiros, todos vestidos de preto e com espadas brilhantes. Eles pararam diante de

uma enorme pedra e o chefe gritou:

— "Abre-te, Sésamo!"

Para surpresa de Ali Babá, a pedra moveu-se sozinha, revelando a entrada de uma

caverna mágica. Os homens entraram e, passado pouco tempo, saíram carregando sacos cheios

de ouro e joias. Quando o último saiu, o chefe disse:

— "Fecha-te, Sésamo!"


A pedra voltou ao seu lugar. Assim que os ladrões foram embora, Ali Babá aproximou-

se, tremendo de curiosidade. Lembrou-se das palavras mágicas e disse baixinho:


— "Abre-te, Sésamo!"

A pedra abriu-se, e os seus olhos brilharam ao ver o tesouro escondido: montes de

moedas de ouro, tapetes preciosos e pedras brilhantes! Ele pegou apenas um saquinho de

moedas, o suficiente para viver com conforto, e voltou para casa.

Mas havia um problema: o irmão de Ali Babá, Cassim, era ganancioso. Quando descobriu

o segredo, correu até à caverna e pegou tudo o que pôde. Só que ele esqueceu a palavra mágica

para sair! Quando os ladrões voltaram, encontraram Cassim lá dentro e perceberam que alguém

sabia do esconderijo.

Eles planearam pegar Ali Babá também, mas Morgiana, a esperta serva de Ali Babá,

descobriu o plano. Com muita coragem, ela usou sua inteligência para enganar os ladrões e

salvar seu patrão.

No fim, o chefe dos ladrões foi derrotado, e Ali Babá ficou com o tesouro, mas usou o

ouro para ajudar os pobres e a melhorar a aldeia.


Moral da história: A verdadeira riqueza não está no ouro, mas na bondade, na coragem e na sabedoria.

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