quarta-feira, 20 de maio de 2026

Aluno da Escola vence o Concil III


O Martim Barge Pinho, da turma 8.º E da Escola Fernando Pessoa, alcançou o 1.º lugar na categoria do 3.º ciclo, depois de um percurso de grande dedicação e mérito no III Concurso Interconcelhio de Leitura. A final aconteceu no dia 15 de maio, na Escola Básica da Corga do Lobão.


Após ter sido selecionado na fase escolar, o Martim destacou-se também na fase municipal (disputada por todas as escolas do concelho de Santa Maria da Feira) e, posteriormente, na fase intermunicipal (em que participaram alunos provenientes de todas as escolas dos concelhos de Arouca, Castelo de Paiva, Espinho, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, São João da Madeira e Vale de Cambra), superando um total de cinco provas até conquistar o lugar mais alto do pódio.
Este resultado representa um motivo de orgulho para a escola, colegas e professores, refletindo o empenho, a perseverança e a excelência demonstrados pelo aluno ao longo de todas as etapas da competição.


O Martim está de parabéns não só pela brilhante conquista, mas também pela dedicação e exemplo de excelência académica que demonstrou ao longo de todo o percurso.

terça-feira, 21 de abril de 2026

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Final do Concil

ALUNO SELECIONADO PARA A FINAL DO 

CONCURSO INTERCONCELHIO DE LEITURA



O aluno Martim Barge Pinho, 8ºE, nº17

foi selecionado para a fase final deste concurso.

Ao aluno, os nossos parabéns pelo excelente desempenho manifestado nas provas eliminatórias.

quarta-feira, 11 de março de 2026

Alunos vencedores da fase de Escola do III ConCil

 

ALUNOS VENCEDORES DA FASE DE ESCOLA

DO CONCURSO INTERCONCELHIO DE LEITURA

 

1º CICLO:

Beatriz Oliveira Rocha, Escola Básica de Mosteirô, 4º ano

Martim Oliveira Costa, Escola Básica de Mosteirô, 4º ano

 

 2º CICLO:

Leonor Sofia Nunes Pinto Ferreira, 6ºB, nº16

Ana Raquel França Resende Oliveira, 6ºD, nº2

 

3º CICLO:

Martim Barge Pinho, 8ºE, nº17

Simão Pinho Petiz, 7ºH, nº25



A Figura Mistério: Passatempo

 Quem será?

Tintin e a Física: problema 2

Problema 2: Julgando mergulhar num lago, os Dupond foram vítimas de uma miragem!

 

1. Identifica o livro do Tintin de onde foram retiradas estas vinhetas.

2. Explica este fenómeno!

Podes usar esquemas, desenhos, gráficos,... e texto na tua resposta



 

Passatempo Tintin e a Física 2

 

Obtém mais informações na Biblioteca e PARTICIPA!

As Plantas na Obra Poética de Luis de Camões

 

Exposição a decorrer na Biblioteca


III ConCil: Concurso Interconcelhio de leitura.

 FASE DE ESCOLA

11 de Fevereiro






segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

O Autoretrato

 







Dia Internacional dos Direitos Humanos


Quando celebro estou a aprender. 
A propósito desta rubrica da nossa biblioteca e
porque a celebrar também se aprende, os nossos alunos dedicaram tempo à leitura
dos Direitos Humanos e à reflexão sobre a sua importância na vida quotidiana.
Assim, com o objetivo de promover a consciência cívica sobre direitos e
responsabilidades, selecionaram um dos direitos humanos que mais os tocou e
representaram-no através de cartazes, maquetes, textos… Pretende-se que todos
sejam capazes de compreender que todas as crianças têm direito a ter um nome,
uma família, ir à escola, brincar, receber cuidados de saúde e ser protegidas da
violência; que estes direitos existem para todas as pessoas, independentemente da
cor da pele, do país, da religião ou da língua que falam, têm o mesmo valor e devem
ser tratados com respeito...

 

III ConCil

 Participa!


Tintin e a Física: problema 1

Problema 1: Após uma tempestade, o Tintin e o Capitão Haddock deparam-se com um arco-íris. Até aqui, nada de estranho! No entanto, este arco-íris não é nada vulgar!

 

1. Identifica o livro do Tintin de onde foram retiradas estas vinhetas.

2. Explica como se forma o arco-íris.

3. Identifica “erros” que o desenho possa ter.

4. Será que o “erro” identificado pode acontecer?

Podes usar esquemas, desenhos, gráficos,... e texto na tua resposta


Entrega a tua resposta na Biblioteca, até ao dia 23 de janeiro


Professora responsável pelo passatempo: Professora Sandra Sofia Carvalho


 

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Estafeta do Conto

No dia 25 de novembro, a Professora Olívia e a Educadora Romi (da Escola Básica de Romariz) deslocaram-se à nossa Escola para nos contarem um conto e nos deixarem o testemunho da estafeta que iremos levar à Escola Básica de Canedo.


A Educadora Romi:

A Professora Olívia

As contadoras em ação

Os livros que inspiraram as autoras




 

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

A IA, As Bibliotecas e o Futuro das Histórias: 5ªE

 👫 Os Dois Amigos


«Os dois amigos» João Pedro Messéder

Versão adaptada e diferente da história


Era uma vez dois amigos inseparáveis: o Tomás e o Rui. Cresceram juntos numa

vila tranquila do interior, onde os dias eram lentos e as amizades duravam uma vida

inteira. Desde pequenos, partilhavam tudo: brinquedos, segredos, sonhos e até silêncios.

Com o tempo, a vida levou-os por caminhos diferentes. O Tomás tornou-se

enfermeiro e foi trabalhar para Lisboa. O Rui ficou na vila, a tomar conta da quinta da

família. Apesar da distância, mantinham o contacto através de mensagens, chamadas, e

uma promessa: “Se algum dia precisares de mim, basta dizer.”

Um dia, o Rui recebeu uma notícia devastadora: o seu pai adoecera gravemente.

Sentia-se perdido, sem saber como lidar com a dor. Lembrou-se da promessa e enviou

uma simples mensagem ao Tomás: “Preciso de ti.”

Na manhã seguinte, o Tomás estava à porta da quinta, de mochila às costas e

sorriso no rosto. Não perguntou nada. Apenas abraçou o amigo.

Durante semanas, ajudou o Rui com os cuidados ao pai, com os afazeres da quinta,

e com o peso no coração. Não houve discursos nem grandes gestos. Apenas presença,

silêncio e partilha.

Quando o pai do Rui faleceu, os dois amigos sentaram-se sob a velha oliveira do

quintal. O Rui olhou para o Tomás e disse: “Não sei como te agradecer.”

O Tomás respondeu: “A amizade não se agradece. Vive-se.”


https://copilot.microsoft.com/chats/DNZAkQqKJGKWTmztWX7EU


🎵 Versão em Poema Rimado


Dois Amigos e Um Abraço


Tomás e Rui, amigos do peito,

Um era enfermeiro, o outro lavrador perfeito.

Viviam distantes, mas sempre ligados,

Com promessas firmes e corações entrelaçados.


Um dia o Rui, com o pai adoentado,

Mandou uma mensagem, aflito e cansado.

“Preciso de ti, não sei o que fazer...”

E o Tomás respondeu: “Já estou a correr!”


Chegou com um sorriso, sem fazer alarme,

Com sopa, abraços e um coração que arde.

Cuidaram do pai, da quinta e do cão,

E juntos venceram a preocupação.


No fim, o Rui disse: “Não sei como agradecer...”

E o Tomás sorriu: “Só tens de me ter.

A amizade é isto, sem complicação:

Estar presente, de alma e coração.”


https://copilot.microsoft.com/chats/DNZAkQqKJGKWTmztWX7EU

A IA, As Bibliotecas, e o Futuro das Histórias: 6ºF

 "O Rapaz ao Fundo da Sala" de Onjali Q.Raúf

Um Novo Começo em Londres


O avião pousou em Londres numa manhã fria e cinzenta. Amir, um menino

de 11 anos, olhava pela janela tentando imaginar como seria sua nova vida.

Ele tinha deixado a sua cidade e muitos amigos para trás, fugindo da

guerra. Ao lado da mãe, carregava apenas uma pequena mala, cheia de

lembranças e esperança.

Nos primeiros dias, tudo parecia enorme e confuso: as ruas, o autocarro de

dois andares, as pessoas apressadas falando um inglês rápido demais. Amir

sentia falta do cheiro do pão que o seu avô fazia e do som das gargalhadas

dos primos.

Quando chegou o primeiro dia de aulas, ele ficou nervoso. A escola era

barulhenta, cheia de cartazes coloridos e crianças a correr pelos corredores.

“E se ninguém gostar de mim?”, pensou.

A professora, Ms. Taylor, apresentou-o à turma:

—Turma, este é o Amir. Ele veio de muito longe e vai estudar com vocês a

partir de hoje.

Um silêncio curioso tomou conta da sala — até que uma menina de tranças

levantou a mão e disse:

— Oi, Amir! Queres sentar –te aqui comigo?

O nome dela era Emma, e ao lado dela estava James, que adorava futebol.

Aos poucos, Amir começou a sentir-se mais à vontade. Eles ajudaram-no

com o inglês, mostraram o caminho até a biblioteca e até o convidaram

para jogar bola no recreio.

Nos primeiros chutes, Amir errou quase todos, mas ninguém riu.

— Vais melhorar — disse James, sorrindo.

Em poucos dias, Amir percebeu que aqueles colegas não o viam como um

“refugiado”, mas como um amigo. Eles queriam conhecer as suas histórias,

aprender palavras do seu idioma e provar os doces que a sua mãe fazia.

Um dia, durante a aula de artes, Amir desenhou a sua antiga casa e, ao lado,

o céu cinzento de Londres com um arco-íris unindo os dois lugares. A

professora olhou e disse:

— Que lindo, Amir. Acho que encontraste um novo lar.

E ele sorriu, porque pela primeira vez desde que tinha chegado também

sentia isso.


Pesquisa feita por Pedro Oliveira 6ºF 

https://chatgpt.com/

A IA, As Bibliotecas e o Futuro das Histórias: 6ºE

 Versão da IA sobre o conto – O príncipe Nabo- de llse Losa

A Princesa Cebola


Era uma vez, num reino distante, uma princesa

chamada Cebola. Tinha esse nome porque, desde

pequena, fazia todos chorar — não de emoção, mas de

tanto que resmungava e se queixava de tudo.

A princesa Cebola era muito bonita: tinha olhos verdes

como esmeraldas e cabelos dourados como o trigo

maduro. Mas a sua beleza escondia um defeito terrível

— era vaidosa, mimada e convencida. Achava que todos deviam servir-la,

obedecer-lhe e elogiá-la sem parar.

O rei, seu pai, e a rainha, sua mãe, já não sabiam o que fazer. Tinham

contratado amas, conselheiros, professores de boas maneiras... mas nada

resultava. A princesa Cebola continuava insuportável.

Um dia, o rei, cansado das birras, anunciou:

— Minha filha, está decidido! Vais casar!

A princesa franziu o nariz.

— Casar? Com quem?

— Com o príncipe mais inteligente, bondoso e honesto que encontremos!

A princesa soltou uma gargalhada.

— Bondoso? Inteligente? Credo! Eu quero alguém bonito, forte e que me

obedeça!

O rei suspirou fundo. Mas a decisão estava tomada. Enviaram mensageiros por

todo o reino e logo começaram a chegar príncipes de todas as terras, ansiosos

por conhecer a famosa princesa.

Para escolher o marido, a princesa Cebola decidiu que todos teriam de passar

por três provas:

1. Escrever-lhe um poema.

2. Fazer-lhe uma refeição.

3. Elogiá-la da forma mais criativa possível.

Vieram príncipes de montanha e de mar, de deserto e de floresta. Todos

falharam.

Um dizia:

— “Os teus olhos são duas estrelas!”

E ela respondia:

— “Estrelas? Eu mereço só duas?”

Outro ofereceu-lhe um banquete de chocolates e frutas exóticas.

— “Que horror! Fico gorda!”

O rei já estava a perder a paciência, quando apareceu um jovem misterioso,

vestido de roupas simples. Tinha os sapatos sujos de lama e trazia um saco às

costas.

— Quem és tu? — perguntou a princesa, com nojo.

— Sou o jardineiro Nabo, alteza. Vim tentar a sorte.

A corte inteira desatou a rir.

— Um jardineiro? Casar com a princesa?

Mas o rei, curioso, deixou-o tentar.

Na primeira prova, o jardineiro Nabo escreveu um poema simples, mas bonito:

“Nem flor nem joia brilha tanto,

quanto um coração sincero.

Quem só vê o espelho, perde o encanto,

e torna-se prisioneiro.”

A princesa revirou os olhos.

— Que tédio! Isso nem rima bem!

Na segunda prova, ele cozinhou uma sopa — apenas de legumes do jardim.

A princesa provou, fez uma careta e gritou:

— Horrível! Cheira a terra!

Mas na terceira prova, Nabo aproximou-se e disse apenas:

— Princesa, és a mais bela de todas... por fora. Espero que um dia descubras

o que há por dentro.

A corte ficou em silêncio. A princesa ficou vermelha de raiva.

— Insolente! — gritou ela. — Pois se és tão esperto, casarás comigo! Como

castigo!

O rei, surpreso, concordou — e o casamento foi marcado.

Na manhã seguinte, o jardineiro apareceu... transformado!

De roupas simples passou a usar um manto real, e na cabeça brilhava uma

coroa.

— Que é isto? — perguntou a princesa, assustada.

O rei sorriu.

— Pois bem, minha filha, o “jardineiro Nabo” é, na verdade, o Príncipe das

Hortas, um jovem encantado que só voltaria à sua forma verdadeira quando

encontrasse alguém capaz de o ver com o coração — e não com os olhos.

A princesa ficou envergonhada. Corou, baixou a cabeça e pela primeira vez na

vida... pediu desculpa.

Com o tempo, aprendeu a rir de si mesma, a ouvir os outros e até a trabalhar

no jardim com o marido. E dizem que, de tanto conviver com legumes, acabou

por deixar de fazer chorar os outros — e passou a fazê-los rir.


André Gomes Mendes,

A I.A. As Bibliotecas e o Futuro das Histórias: 5ºE

 Versão da IA sobre a fábula- A pomba e a formiga de La Fontaine


A Pomba e a Formiga - 99 Noites na Floresta

Era uma vez, no coração de uma floresta densa e misteriosa, onde as árvores se erguiam como gigantes de sombras e a lua mal iluminava o chão coberto de folhas secas. Ali, a vida acontecia em silêncio, sob a vigilância constante das estrelas e do vento que sussurrava segredos antigos. Mas, naquela floresta, a história que agora se conta não começou com mistério, mas com um ato de compaixão.

Durante os 99 dias e noites de uma estação rigorosa, a pomba e a formiga encontraram-se

em situações extremas. As noites frias e os ventos cortantes desafiavam até os animais

mais preparados para a sobrevivência. A pomba, com suas asas amplas e seu voo

majestoso, tinha a liberdade de explorar a floresta de cima. Mas sua liberdade não a

impediu de ser solidária.

Numa noite particularmente gelada, quando a floresta parecia silenciar até o canto dos

grilos, a pomba ouviu um fraco chiado vindo de um canto escondido. Aproximando-se com

cautela, ela encontrou uma formiga tremendo de frio. A sua pequena casa, um ninho de

folhas no tronco de uma árvore, tinha sido destruída por um vendaval inesperado.

A formiga, que raramente se sentia vulnerável, estava agora perdida, sem um abrigo para

se aquecer durante aquela noite longa e gelada. Ao ver a pomba a aproximar -se, sentiu um

misto de medo e surpresa.

— Eu... eu não sou uma criatura do teu mundo — disse a formiga, com os seus olhos

brilhando com uma tristeza solitária. — Não tenho como sobreviver sozinha.

A pomba, com o seu coração grande, respondeu com uma suavidade rara, até para ela:

— Todos na floresta merecem um pouco de calor e ajuda. Não importa o tamanho ou o tipo.

Vou- te ajudar a encontrar um abrigo seguro para passar a noite.

A pomba usou o seu voo ágil para buscar ramos e folhas maiores, enquanto a formiga, com

sua incrível habilidade de carregar cargas muitas vezes maiores do que seu corpo,

arrastava as pequenas folhas e ramalhetes que a pomba deixava cair. Juntas, construíram

um abrigo improvisado na base de uma árvore robusta, onde o vento não poderia alcançar

a formiga.

Naquela noite, a pomba acomodou-se perto do abrigo, vigiando a formiga, e os dois

compartilharam o silêncio que só a natureza poderia oferecer. À medida que os dias e

noites passavam, a pomba fez questão de visitar a formiga, trazendo-lhe pequenas

provisões e assegurando-se de que ela não estivesse sozinha.

As 99 noites seguiram o seu curso, e a formiga, agora mais forte e resistente, começou a

construir o seu novo lar com mais confiança, sabendo que sempre poderia contar com a

pomba. E, por sua vez, a pomba, que ao princípio pensara que a solidão da floresta era a

sua única companhia, aprendeu que a verdadeira força vinha da união e da generosidade.

Na última das 99 noites, quando o inverno já estava quase a ir – se embora e as flores

começaram a brotar novamente, a pomba e a formiga encontraram-se sob a luz suave de

uma lua cheia. A formiga, com um sorriso, disse:

— No início, pensei que não havia lugar para mim neste vasto e frio mundo. Mas tu

mostraste-me que, mesmo nos momentos mais difíceis, a solidariedade pode aquecer até o

coração mais solitário.

A pomba, com um olhar suave, respondeu:

— A floresta é grande e cheia de desafios, mas é na amizade que encontramos o nosso

verdadeiro abrigo.

E assim, as duas amigas seguiram as suas vidas, mais fortes do que nunca, sabendo que

as melhores lições da floresta não estão nas árvores altas, nem nas estrelas distantes, mas

na simples bondade que se oferece.


Matilde Marinheiro

A I.A. As Bibliotecas e o Futuro das Histórias: 6ºF

 “Ali Babá e os Quarenta Ladrões”

(Versão teatral)


🎬 Ali Babá e o Segredo da Caverna

Personagens:

 Narrador(a)

 Ali Babá – um lenhador bondoso e curioso

 Cassim – irmão de Ali Babá, muito ganancioso

 Morgiana – serva inteligente e fiel

 Chefe dos Ladrões

 Ladrões (3 ou mais) – podem ser interpretados por vários alunos

 Moradores da aldeia (opcional)


Cena 1 – Na floresta


Narrador(a):

Há muito tempo, numa aldeia distante, vivia um lenhador pobre chamado Ali Babá. Ele

trabalhava duro todos os dias, cortando lenha para vender no mercado.

Ali Babá:

- Ah, mais um dia de trabalho... Quem sabe hoje consigo vender bastante lenha para comprar

pão fresco!

(Ali Babá finge cortar lenha. De repente, ouve barulhos.)

Ali Babá (assustado):

- Que barulho é esse? São cavalos! É melhor eu me esconder atrás desta árvore!

(Entram o Chefe dos Ladrões e os Ladrões, marchando com sacos.)

Chefe dos Ladrões:

- Parem aqui! Este é o nosso esconderijo.

(ergue a mão e grita) — Abre-te, Sésamo!

(Alguém faz o som de uma pedra abrir-se. Os ladrões entram na “caverna” e depois saem com

sacos mais pequenos.)

Chefe dos Ladrões:

- Agora, Fecha-te, Sésamo!

(Som de pedra a fechar-se. Eles saem.)

Ali Babá (espantado):

- Uau! Uma caverna mágica! Vou tentar... Abre-te, Sésamo!

(Som da pedra a abrir-se. Ali Babá entra e finge olhar ao redor.)

Ali Babá:

- Que tesouro maravilhoso! Mas só vou pegar um saquinho. O resto pertence a alguém.

(Sai da caverna e volta para casa.)


🏠 Cena 2 – A casa de Ali Babá


Narrador(a):

Ali Babá voltou feliz e contou o que aconteceu à sua esposa. Mas o seu irmão Cassim escutou e

ficou cheio de inveja.

Cassim:

Um tesouro escondido? E só pegaste um saquinho? Eu vou lá pegar tudo!

(Cassim sai a correr.)


Cena 3 – A caverna novamente


Cassim (a gritar):

- Abre-te... Abre-te... Hum... era “Milho”? “Cevada”?

(coça a cabeça)

- Ah, esqueci a palavra!

(Entram os Ladrões.)

Chefe dos Ladrões:

- Quem és tu?!

Cassim:

- Eu... eu... só vim dar uma olhadinha!

Ladrões:

- Levámo-lo, chefe!

(Cassim é levado para fora da cena.)


Cena 4 – O plano de Morgiana


Narrador(a):

Os ladrões descobriram onde Ali Babá morava e planearam vingar-se. Mas Morgiana, a serva

esperta, percebeu tudo.

Morgiana:

- Esses homens estranhos estão rondando a casa... Acho que são os ladrões! Tenho um plano.

(Ela finge esconder potes grandes, onde os ladrões se escondem.)

Morgiana (sussurrando):

- Vou fingir que são potes de óleo... mas estão cheios de ladrões!

(Ela faz um gesto de vitória.)

Chefe dos Ladrões (entra disfarçado):

- Boa noite! Vim ver Ali Babá.

Morgiana (com firmeza):

Boa noite! Mas eu sei quem tu és, chefe dos ladrões!

(Ela finge assustá-lo ou chamar ajuda; o chefe foge correndo.)


🌟 Cena 5 – Final feliz


Narrador(a):

Graças à coragem e à inteligência de Morgiana, os ladrões foram embora e nunca mais

voltaram.

Ali Babá:

- Morgiana, salvaste a nossa casa e a aldeia!

Morgiana (sorrindo):

- O segredo é usar a cabeça antes da espada.

Narrador(a):

Ali Babá decidiu usar o tesouro não para si mesmo, mas para ajudar os pobres e melhorar a

aldeia.

Todos juntos:

A verdadeira riqueza está na bondade e na sabedoria!

(Todos se curvam. Fim.)


💡 Dicas para a apresentação:

 Use caixas pintadas de dourado como “tesouro”.

 A “caverna” pode ser feita com um lençol escuro ou papel pardo.

 Os alunos podem criar o som da “pedra a abrir-se” com tambores ou batendo nas

carteiras.

 O Chefe dos Ladrões pode ter um chapéu diferente para se destacar.